Arquivo para a Matérias categoria

Pegue o pirata

Postado em Matérias em Outubro 15, 2008 por Rafael Motta

Não faz pouco tempo que as gravadoras procuram alternativas incessantemente para evitar que seus trabalhos caminhem livremente em território irrestrito. O desespero cresce de acordo com a redução dos preços dos computadores portáteis e com a oferta dos provedores de internet. Aparentemente, a pirataria acaba pesando no bolso de quem gosta de pagar por tudo aquilo que deseja. Será que as gravadoras estão começando a encarar os problemas como oportunidades?

Alguns selos apostam na venda de músicas em formato digital pela rede, o que não está dando certo. A medida também vale no caso de algumas produções cinematográficas. Pagar por aquilo que pode ser conseguido gratuitamente na internet chega a ser em alguns casos motivo de gozação. Os mais conservadores preferem alugar o filme a baixá-lo pela net ou juntar dinheiro forçadamente para comprar aquele disco de seu artista preferido. Tudo isso, obviamente, de forma que ninguém fique sabendo.

Artistas como Trent Reznor (Nine Inch Nails) e Tom Yorke (Radiohead) cortaram relações com as gravadoras e criaram seus próprios selos para aumentar seus lucros e tomar distância de contratos que em pouco ou nada beneficiam os artistas. O Radiohead fez pouco mais de US$ 10 milhões com a venda de seu disco In Rainbows pela internet na primeira semana. Outras bandas de peso como Oasis e Jamiroquai também estariam pensando em abandonar suas gravadoras.

O Nine Inch Nails chegou a lançar gratuitamente suas novas músicas em diversos formatos digitais, incluindo em FLAC (Free Lossless Audio Codec, formato de altíssima qualidade que ocupa bastante espaço em disco).

Convém ressaltar que os custos necessários para a criação de um selo e a construção de uma gravadora são muito altos, sendo um privilégio para poucos.

As gravadoras não conseguem sucesso algum nem com o apoio do governo na tentativa de amansar as reproduções ilegais de seus trabalhos editoriais. O preço dos produtos originais está se tornando cada vez mais inacessível e comprar pela rede não tem o mesmo valor sentimental do disco em mãos.

Curiosamente, nunca tantos álbuns vazaram na internet em tão pouco tempo. Mesmo as mais modernas e taxativas medidas de segurança não são capazes de impedir que determinado disco acabe nos tocadores de MP3 de milhões de internautas vários meses antes do lançamento oficial. Dig Out Your Soul, última obra de Oasis, vazou duas semanas antes de seu lançamento. Death Magnetic, obra-prima recente de Metallica, vazou dez dias antes de ser colocado no mercado. Houve casos de álbuns vazarem seis meses antes do lançamento.

As gravadoras mostram um certo afrouxamento em suas técnicas de segurança de dados de uma forma convenientemente irritante. Dificilmente algum criminoso se infiltraria em uma gravadora para roubar o trabalho de um grupo e disponibilizá-lo livremente na internet. É complicado imaginar de que forma a relação custo-benefício seria interessante para o corruptor assumir os riscos.

A aparente incongruência argumentativa das gravadoras parece não afetar o bom humor de alguns usuários. O vídeo a seguir é debochado, porém sincero.

O que é Pós-Punk?

Postado em Matérias em Agosto 29, 2008 por Rafael Motta
Bauhaus, uma das mais populares bandas de Pós-Punk

Bauhaus, uma das mais populares bandas de Pós-Punk

A seguinte matéria foi extraída do Jornal Laboratório Meier, de circulação para os alunos das Faculdades Integradas Hélio Alonso (FACHA). O trabalho ficou bem legal.

Melancolia em Estado Puro
Bandas Pós-Punk projetavam imagem sombria, mas cheia de atitude intelectual
Rafael Gonzalez (rafael.leme@globo.com)

Talvez não exista um período na história do Rock tão execrado pela crítica como os anos 80. Há quem diga que durante os anos oitenta fora decretada a morte do Rock. Mas um olhar mais atento evidencia que nessa época muita coisa boa era feita. Por um lado, a New Wave investia em um som bem jovem, animado e dançante. Por outro, surgia um som dark, vinculado a uma ideologia que, em termos gerais, cultuava a tristeza e a melancolia. Esse som seria chamado posteriormente de Pós-Punk.

Por que Pós-Punk? Após o auge do movimento Punk, que tinha como característica uma atitude rebelde, surgiram bandas também de atitude, mas com um caráter mais intelectual. Mesmo assim, notam-se heranças Punk no Pós-Punk, como por exemplo as músicas curtas e diretas. Nas letras, o mesmo niilismo de revolta, de descrença no futuro, agora, acrescido da tristeza, depressão e ressentimento.

Fato é que a partir da segunda metade dos anos 70 essa tribo dark começou a surgir. Seu berço? A Inglaterra de Joy Division, The Cure e The Smiths.

No entanto, no Brasil, até meados dos anos 80 não se ouvia falar em nada disso. A onda era mesmo a New Wave que, mais comercial e com influências da cultura pop, fervilhava na mídia. O que hoje chamamos Pós-Punk era tão undergroud, tão obscuro, que o mundo, com exceção de pequenos clubes da Inglaterra, ainda não havia tomado conhecimento de sua existência nem sequer alternativamente. O alternativo da época era a própria New Wave.

O panorama mudou apenas em 1984 quando, num dado momento, aquilo se projetou para fora da Inglaterra. Começaram então a brotar nos meios de comunicação aqueles músicos de cabelo espicaçado, vestidos de preto. O aparecimento da banda, então desconhecida, Bauhaus no filme Fome de Viver de 1982, estrelado por David Bowie, ajudou no processo.

As primeiras bandas a despontar foram o The Cure, The Mission, Bauhaus e o Siouxsie and the Banshees com o single Cities In Dust, de 1985. O The Cure conseguiu sucesso com o álbum The Top (1984), fazendo todos acreditarem ser este o primeiro álbum da banda. Apenas posteriormente, hits como Boys Don’t Cry foram desenterrados.

O The Cure é, sem dúvida, uma das bandas que, com a liderança de Robert Smith, também integrante de Siouxsie and the Banshees, mostrou ter muita qualidade. Na sua primeira fase, a melhor para muitos, gravou álbuns como Seventeen Seconds e o pesado Pornography, cuja primeira faixa, One Hundred years já começa com o verso it doesn’t matter if we all die (Não importa se todos morrermos). O sucesso comercial chegou com o álbum The Head on the Door das faixas In Between Days e Close To Me. Mas só em 1986 que o The Cure se tornou de fato um fenômeno de popularidade com o lançamento da compilação Staring at the Sea – The Singles, que trouxe a faixa Boys Don’t Cry, um verdadeiro hino dos anos 80. Nesta altura, Robert Smith já havia adotado o visual através do qual tornou-se ícone Pós-Punk: lábios borrados de batom, olhos pintados e cabelo totalmente despenteado. Depois disso, a banda ainda gravou em 1989 Disintegration, álbum sucesso de crítica, no qual Robert Smith fala, através das letras, sobre a desintegração das coisas, desde relacionamentos até a própria vida.

Outra banda de muito reconhecimento é o Joy Division, que só passou a fazer sucesso bem depois de seu término em 1980. É isso mesmo. Com o suicídio do vocalista Ian Curtis, o resto da banda formou o New Order, que em 1983 estourou com o hit Blue Monday. Só nesse momento que se olhou para o passado do New Order e se deu de cara com o som daquela banda de Manchester, com melodias densas e depressivas, cujo líder, que sofria com crises de epilepsia e mantinha um affair extra-conjugal, enforcou-se aos 23 anos de idade. O filme Control (2007), dirigido por Anton Corbijn conta a história de Ian Curtis.

O grande hit do Joy Division é a música Love Will Tear Us Apart. Uma curiosidade interessante que evidencia o caráter “barra-pesada” da banda é a origem de seu nome. Na tradução, Joy Division significa “divisão do prazer”, nome da área onde as mulheres judias eram mantidas prisioneiras e “oferecidas” sexualmente aos oficiais nazistas no romance House of Dolls, de Karol Cetinsky.

Outros garotos que, mesmo não adotando um visual dark, figuraram com muita força no contexto do Pós-Punk foram os integrantes do The Smiths. Liderados pelo vocalista e compositor de personalidade forte e voz inconfundível Steven Patrick Morrisey, os Smiths estouraram em 1984 com seu primeiro álbum, que levou o nome da banda, e alcançou a segunda posição no ranking do Reino Unido. A faixa de grande sucesso foi This Charming Man. Johnny Marr já começava a demonstrar seu grande talento nos riffs de guitarra.

O segundo álbum alcançou o primeiro lugar nas paradas com o hit How Soon Is Now. O Meat Is Murder é, além de um álbum de Rock, um manifesto vegetariano. Morrisey critica Deus e o mundo nas letras das músicas. A última faixa, que leva o nome do álbum, é realmente bem pesada e triste, evidenciando as brutalidades da relação desigual e cruel entre homens e animais.

Em julho de 1986, os Smiths lançaram o disco que muitos consideram sua obra-prima: The Queen is Dead. Destaque para as faixas Bigmouth Strikes Again e There Is A Light That Never Goes Out, canção totalmente depressiva como manda o figurino. No refrão ouvem-se os versos to die by your site es such a lovely way to die (morrer ao seu lado seria uma bela maneira de morrer).

Mas ainad existem letras mais depressivas que essa, como as das músicas I Know It’s Over (Sei que está terminado) e Asleep (Desacordado), que narra um suicídio.

Os Smiths ainda fizeram sucesso com os singles Ask e Panic e com o álbum Strangeways, Here We Come de 1987.

Um olhar mais cuidadoso às letras de Morrisey mostra que o rapaz, realmente, tinha o dom da palavra. Sua carreira solo segue de pé até hoje.

Além dessas bandas ícones do Pós-Punk, pode-se citar o Cocteau Twins, Echo and the Bunnymen, Sisters of Mercy, The Mission e The Cult.

Talvez quem tenha chegado mais perto de definir o Pós-Punk enquanto gênero do Rock, mesmo que tenha sido por acaso, foi Bernard Albrecht, guitarrista do Joy Division. Ele fazia um comentário a respeito do filme Nosferatu, clássico do cinema, quando acabou praticamente definindo o caráter da música dark. “A atmosfera é realmente maléfica, mas você se sente à vontade dentro dela”.

Até onde Gothic Metal é Gothic Rock?

Postado em Matérias em Agosto 4, 2008 por Rafael Motta
Gothic Rock ou Gothic Metal?

Gothic Rock ou Gothic Metal?

Usuários mal informados costumam confundir à beça estes dois estilos muito diferentes entre si. Os nomes não são semelhantes por mera coincidência, mas, segundo diversas informações equivocadas que circulam através da rede, os rótulos acabam se “chocando”, o que causa uma imensa e desnecessária confusão.

Com o objetivo de conceituar de forma sintética e correta a questão, minha amiga Fernanda (Scarlet) preparou um texto sobre as diferenças e semelhanças entre o Gothic Rock e o Gothic Metal. Durante a edição do texto, acrescentei informações complementares.

Diferenças e semelhanças entre Gothic Rock e Gothic Metal

O Gothic Metal, como o próprio nome sugere, utiliza-se de alguns poucos elementos do Gothic Rock, em especial a presença de guitarras mais “atmosféricas” do que as encontradas na maioria dos subgêneros do Heavy Metal. Além disso, há uma aproximação evidente com o Doom Metal, devido às suas melodias graves e mais cadenceadas.

As letras de bandas de Gothic Metal são diferentes das de Gothic Rock. Enquanto o Gothic Metal apela na maioria das vezes para o Ultra-Romancismo, o Gothic Rock trata das questões do coração de maneira mais ácida e sarcástica.

Convém lembrar que as letras por si só não definem qualquer estilo musical.

A maioria das músicas que compõem o Gothic Rock são dançantes e em alguns casos, possuem melodias mais alegres, o que não é visto no Gothic Metal, que possui sonoridade muito mais pesada.

O Gothic Metal não faz parte da subcultura gótica, que é basicamente composta pelo Gothic Rock, além do Post-Punk, do Darkwave e do Death Rock. Este último, no entanto, faz parte de uma cena separada da gótica na maioria dos países. Na Alemanha, porém, Death Rockers também são considerados góticos.

Que bandas podem ser consideradas Gothic Metal? Poucas. Alguns exemplos seriam os álbuns Aègis da banda Theatre of Tragedy, Darkness and Hope do Moonspell e os mais recentes de Lacrimas Profundere e Paradise Lost.

Confiram algumas bandas de Gothic Metal e de Gothic Rock.

Gothic Metal:

1 – Theatre of Tragedy – Cassandra

2 – Beseech – Between The Lines

3 – Moonspell – Nocturna

Gothic Rock:

1 – Sisters of Mercy – Marian

2 – London After Midnight – Sacrifice

3 – Paralysed Age – Morella’s Sleep

O mistério revelado das Runas

Postado em Matérias em Junho 20, 2008 por Rafael Motta

Barco Viking

O Viking Metal é uma vertente do Heavy Metal que possui ligação direta com a Mitologia Nórdica.

São conhecidos como Vikings os povos que viviam entre 800 e 1100 d.C. na Escandinávia. Apesar de a palavra Viking significar pirata, é um erro pensar neles como simples invasores agressivos. Além de terem sido notáveis exploradores, fazendeiros e comerciantes, os Vikings criaram leis flexíveis dentro de um sistema democrático. Mais informações sobre a Mitologia Nórdica podem ser conferidas nesta página.

As principais características do sub-gênero são a inserção de elementos do Folk Metal de forma mais rápida e agressiva e o vocal gutural. A base rítmica do Viking Metal é normalmente baseada no Black Metal. Muitos acreditam que a diferença entre o Black Metal e o Viking Metal reina tão somente nas letras.

Bathory é tida como uma das primeiras bandas de Black/Viking Metal da história, formada no ano de 1983 em Estocolmo, capital da Suécia. Foi durante os anos 90 que a banda lançou os discos Blood Fire Death e Hammerheart, tidos como pioneiros do Viking Metal. Enslaved, Mithotyn e Thyrfing são os principais grupos responsáveis por dar forma ao estilo.

Amon Amarth é uma das bandas mais populares do sub-gênero. Suas letras são normalmente associadas a guerras entre Vikings e as mais terríveis criaturas do submundo.

Separei alguns vídeos para que vocês conheçam melhor o estilo. Peguem seus machados e lanças, pois as criaturas não terão piedade!

1 – Amon Amarth – Runes To My Memory

2 – Finntroll – Trollhammeren

3 – Moonsorrow – Sankarihauta

Gravadoras e internet acabaram com o Metal?

Postado em Matérias em Junho 8, 2008 por Rafael Motta

Caveira

Segundo matéria traduzida do sítio grego Rockpages para o Whiplash!, o líder da banda de Thrash Metal Annihilator, Jeff Waters, deu sua opinião sobre como a internet e as gravadoras influenciam na qualidade do Heavy Metal atualmente:

“Em 1993 todo mundo ficou sabendo que a cena Metal estava em crise nos Estados Unidos e foi uma luta para trazê-la de volta ao seu devido lugar. Agora, nas listas dos EUA, vemos bandas como Lamb of God ou Killswitch Engage… grandes grupos que fazem música pesada, mas ainda assim tem que sair em turnê com três ou quatro bandas para reunir 2, 3 mil fãs”.

Além disso, o artista comentou que, a partir dos anos 90, as gravadoras não mais investiam nas bandas de Heavy Metal. As exigências das gravadoras eram, segundo ele, eram diferentes nas duas décadas anteriores. “Todas as grandes bandas dos anos 70 e 80 precisaram de alguns álbuns para estabilizar seu som e encontrar seu caminho. Mas agora, as gravadoras só querem uma ou duas músicas para disponibilizar para download e o restante do álbum pode ser uma m*! Isso acaba com a boa música! E se o clipe daquela música não der o retorno financeiro que a gravadora espera, eles dispensam a banda! Não é assim que se constrói uma carreira”.

Waters também acredita que a disponibilização de músicas gratuitamente pela rede é um agravante para o problema. Com isso, as pessoas evitam comprar os álbuns e ir aos locais de shows, exceto os fãs. Por outro lado, o contato da banda com seus admiradores aumentou consideravelmente devido a páginas pessoais criadas pelos artistas. O domínio mais utilizado pelos músicos independentes de nossa geração é o MySpace.

Trent Reznor, lenda viva do Nine Inch Nails, comentou há algum tempo que as gravadoras atuam agressivamente contra o artista. Por conta disso, lançaram seu próprio selo e agora disponibilizam seu trabalho de forma independente. Em 2005, o grupo Linkin Park se mostrou insatisfeito com seu contrato com a Warner Music Group, afirmando que o mesmo lucrou US$ 1,4 bilhão desde 2003 e só investiram US$ 7 milhões nas operações da gravadora – sem nenhum centavo para os artistas.

Não é descoberta recente que as bandas sempre sobreviveram através do lucro proporcionado pelos espetáculos. Os gastos que uma banda independente tem para construir um álbum com cerca de 13 músicas costuma girar em torno de R$ 5 mil. Isso, é claro, sem contar os gastos com o registro de cada música (que custa 13 reais por obra no Rio de Janeiro), discos virgens para cópias comerciais e/ou de divulgação gratuita, arte de capa etc.

O mercado é de fato muito difícil para as bandas e também para as próprias gravadoras. O grupo EMI e alguns outros apostam na venda de música em formato MP3. O preço é muito menor e as músicas normalmente vendidas por unidades. No entanto, a inciativa é apenas experimental; não se sabe ainda se a música comprada pela rede compensa a falta de “sentimento” de um álbum composto de um belo trabalho gráfico.

Constante batalha entre o digital e o palpável.

Stoner Rock: a psicodelia nunca sai de moda

Postado em Matérias em Junho 4, 2008 por Rafael Motta

Stoner Rock Giel

Stoner Rock é um subgênero do Rock (duh!), cujas características principais são os riffs (progressões de acordes) de guitarra graves e lentos, associados sempre a melodias psicodélicas. O primeiro contato pode proporcionar ao ouvinte uma viagem ao tempo das roupas safári, estampas florais e camurças.

As principais influências do gênero vêm de bandas de Hard Rock dos anos 70, como Black Sabbath – tido como o pai do Stoner Rock – Deep Purple, Led Zeppelin etc. O movimento musical inglês Punk, iniciado com grande força na mesma década, também teve notável participação no estilo.

Kyuss, apesar de rejeitar o rótulo, é tida como a banda de Stoner Rock mais famosa de todos os tempos. Outros grupos também merecem destaque: Fu Manchu, Nebula, Colour Haze, Hermano, Monster Magnet, Brant Bjork, Sound Garden e Wolfmother são apenas alguns exemplos.

Apesar da roupagem antiga, as bandas do estilo guardam com cuidado as características que marcaram a evolução do Rock e suas incontáveis vertentes. Confiram algumas das bandas mais consagradas do estilo. Este humilde escriba deseja-lhes uma ótima viagem!

1 – Kyuss – El Rodeo
2 – Wolfmother – Dimension
3 – Colour Haze – Love
4 – Queens Of The Stone Age – Go With The Flow

Querem conhecer mais bandas? Acessem o portal StonerRock e confiram tudo o que há de novo e velho no cenário musical. O sítio Decibel Magazine possui um artigo sobre os 20 álbuns mais importantes do Stoner Rock. Vale a pena conferir.