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Thrash Metal “das antigas”

Postado em Resenhas em Dezembro 27, 2008 por Rafael Motta
Evile

Evile

Evile é uma banda de Thrash Metal, formada em 2004 por Matt Drake (vocalista e guitarrista base) e Ben Carter (Baterista), que se declararam amantes do gênero em meados de 2000 enquanto ainda estavam na escola. Montaram no mesmo ano a banda cover de Metallica entitulada Metal Militia (mesmo nome da música presente no álbum Kill’em All do Metallica).

Ol Drake, irmão de Matt Drake, juntou-se à banda como guitarrista solo. O londrino Mike Alexander, depois de ter encontrado um panfleto da banda em uma loja de instrumentos musicais anunciando que precisava de um baixista, procurou os músicos e se juntou ao grupo.

Foi em 2004 que a banda deixou de fazer covers e começou a trabalhar em suas próprias composições. Pouco tempo depois, lançaram dois EPs (All Hallows Eve, lançado em 2004, e Hell Demo, em 2006) em números bem limitados (250 cópias do primeiro e 500 do segundo).

Depois do lançamento dos EPs, Evile começou a percorrer por todo o Reino Unido até o ano de 2006, quando foram contratados pela Earache Records. O som da banda impressionou o dono da gravadora, Digby Person, durante o Bloodstock Open Air 2006, um festival dedicado ao Heavy Metal e suas vertentes.

Matt Drake pesquisou na internet pelo nome de Flemming Rasmussen, produtor de bandas como Metallica e Blind Guardian, e lhe perguntou se estaria ou não interessado em conferir o material da banda. Matt enviou algumas de suas músicas em formato MP3 para o produtor, que nunca respondeu aos e-mails, fazendo Matt pensar que ele havia “odiado” as músicas.

Para a surpresa de todos, Flemming não pensou duas vezes quando recebeu da gravadora a proposta de trabalhar como produtor de Evile.

O primeiro álbum da banda, Enter The Grave, foi lançado em 2007 pela dinamarquesa Sweet Silence Studios. O álbum alcançou notáveis colocações na mídia quando foi lançado. Algumas publicações alegavam que Evile havia finalmente “resgatado” o Thrash Metal tradicional.

Evile fez vários espetáculos ao lado de grandes nomes, como Machine Head, Desecration, Gamma Bomb, Megadeth, Exodus etc.

Em março de 2008, Thrasher, segunda música do álbum Enter The Grave, foi adicionada ao jogo de Playstation 3 Rock Band. A música é considerada uma das mais difíceis de se tocar no baixo e na guitarra em qualquer jogo do gênero.

Mais informações podem ser conferidas através da página oficial da banda.

O triste fim dos sonhos

Postado em Resenhas em Julho 8, 2008 por Rafael Motta

Deathchain

Deathchain é uma banda finlandesa de Death Metal. Nascido em 1997 na cidade de Kuopio, o grupo foi inicialmente entitulado Winterwolf.

Suas duas primeiras demos lançadas foram Death… Will Come Your Way, lançada em 2000, e Blood For Death, em 2001. Um ano depois, a banda trocou o nome para Deathchain e lançou a demo Poltergeist.

O grupo assinou contrato com a Dynamic Arts Records, o que deu vida ao primeiro álbum em estúdio de Deathchain, Deadmeat Disciples, em 2003.

Em 2005, Deathchain lançou um álbum em união com o grupo de Death Metal Deathbound, entitulado Deathchain/Deathbound Split 2005. Ainda no mesmo ano, o grupo lançou seu segundo disco, Deathrash Assault. Seu último disco, Cult of Death, foi lançado em 2007.

Deathchain já participou de turnês pela Europa com as bandas Candlemass e Destruction em meados de 2005.

Confiram alguns clipes de Deathchain.

1 – Pit Of The Possessed

2 – Serpent Of The Deep

3 – Napalm Satan (Ao vivo)

Os bons frutos de Deus

Postado em Resenhas em Junho 17, 2008 por Rafael Motta

Living Sacrifice

Living Sacrifice é uma das primeiras bandas de Death Metal cristão. O grupo foi criado em 1989 por D.J. Johnson (baixista e vocalista), Bruce Fitzhugh (guitarrista) e Lance Garvin (baterista). Pouco tempo depois, Jason Truby (guitarrista) juntou forças com os rapazes.

O quarteto gravou no mesmo ano a demo entitulada Not Yielding to Ungodly, que acabou parando nas mãos de Kurt Bachman e Joey Daub, integrantes da banda Believer, responsáveis pela inserção do Living Sacrifice na R.E.X. Records.

Em 1991, o grupo lançou o seu primeiro disco, Living Sacrifice, pela R.E.X. Records. As críticas iniciais comparavam o trabalho da banda com o de grandes nomes do Thrash Metal, como Slayer.

No ano seguinte, Living Sacrifice lançou seu segundo álbum, Nonexistent, que mistura elementos do Thrash e do Death Metal. Johnson experimentou mudar a sua forma de cantar, disparando berros praticamente incompreensíveis. Os membros declaram que ficaram decepcionados com a experiência, colocando a culpa no produtor.

Em 1994, foi lançado o terceiro álbum, Inhabit, tido como o álbum mais agressivo da banda. Após a gravação do mesmo, a R.E.X. Records foi à falência e o grupo firmou contrato com a Solid State Records. Depois disso, Johnson deixou a banda e Bruce assumiu o papel de vocalista. Chris, irmão de Jason, entrou para a banda como baixista.

Em 1997, com a nova formação, Living Sacrifice lançou o álbum Reborn. Muitos (inclusive eu) consideram este o melhor álbum de todos. Após as gravações, Chris e Jason largaram a banda e e Jay Stacy assumiu o papel de baixista, mas por pouco tempo, sendo substituído por Arthur Green, membro do grupo Eso-Charis. Cory Putman, guitarrista do Eso-Charis, participou como guitarrista na turnê do Living Sacrifice pela Noruega e pela Suíça.

Dois anos depois, Matt Putman entrou para a banda como percussionista, o que garantiu ao Living Sacrifice novas possibilidades para trabalhar em suas músicas. As mudanças podem ser sentidas no quinto álbum do grupo, The Hammering Process, onde o ritmo das músicas são diferentes com relação aos trabalhos anteriores. Bruce participou da gravação de uma música do Evanescence chamada Lies, em 2001. Neste mesmo ano, foi lançado o disco Tribute To Living Sacrifice, com versões de outras bandas de músicas do Living Sacrifice.

Voltando ao estilo mais agressivo de Reborn, Living Sacrifice lançou em 2002 o álbum Conceived In Fire, o que agradou os fãs. Em 2003, o grupo avisou que não mais gravaria nenhum disco e cancelou todas as turnês agendadas. O motivo disso é que os integrantes tinham outros trabalhos para fazer e que não seria possível realizá-los continuando na banda.

Em março de 2005, foi lançado o álbum In Memoriam, contendo as melhores músicas do Living Sacrifice, além de três músicas escritas e gravadas por Lance, Garvin e Bruce.

Em 2007, Bruce participou da canção Sixteen, no quarto álbum do grupo Demon Hunter, Storm The Gates Of Hell.

No dia 4 de fevereiro deste ano, a banda anunciou seu retorno com a criação de uma página no MySpace.

Living Sacrifice é a banda que acabou com todos os meus preconceitos relacionados à música Gospel. Isso, é claro, porque sou um grande apreciador do Thrash Metal. Se você também gosta de estilos mais “extremos” do Rock, com certeza deve conhecer a banda. Separei para vocês o vídeo da música Reject. Confiram algumas músicas em formato MP3 do Living Sacrifice através de sua página oficial.

Dançando com os mortos

Postado em Resenhas em Junho 14, 2008 por Rafael Motta

Dead Can Dance

Dead Can Dance é uma banda composta pelos músicos Brendan Perry e Lisa Gerrard, formada em 1981 na cidade de Melbourne, Austrália, segunda maior cidade do país.

Apesar de o grupo ter nascido na Austrália, logo Brendan e Lisa moveram-se para Londes, na Inglaterra, onde assinaram contrato com a 4AD Records, famosa gravadora independente iniciada em 1979 e tida como referência dentro do cenário musical alternativo. A dupla trabalhou incessantemente até 1990, quando começou a se desmantelar lentamente. Gerrard moveu-se novamente para a Austrália, enquanto Lisa viajou para a Irlanda. Especula-se que ambos tomaram caminhos diferentes porque, segundo Lisa, a distância foi importante para dar asas à criatividade.

Rotular Dead Can Dance é uma tarefa difícil, pois seus trabalhos incorporam os mais variados elementos musicais. Pode-se dizer que Ethereal é o nome mais “correto” a se dar para o grupo, levando-se em consideração, é claro, elementos neo-clássicos e de vertentes como o Pós-Punk e o Gothic Rock. As letras baseiam-se na reflexão do homem com relação às pequenas coisas. As viagens se dão em paisagens cujas belezas se perderam por conta das ações da humanidade, sempre caminhando em passos errados, vivendo uma vida sem nenhum sentido.

O primeiro álbum da banda, lançado em 1984 e entitulado Dead Can Dance, define muito bem sobre o que se trata o grupo através do trabalho de capa, ilustrado com a foto de uma máscara ritualística de Nova Guiné.

Os álbuns Slpeen And Ideal, Within The Realm Of A Dying Sun e The Serpent’s Egg (lançados em 1985, 1987 e 1988, respectivamente) só chegaram aos Estados Unidos a partir de 1990, quando a 4AD fez um acordo com a Warner Bros. Records.

Em 1998, Dead Can Dance planejava lançar seu último trabalho, Spiritchaser, mas a banda separou-se antes que o mesmo fosse concretizado. O álbum, apesar de nunca ter sido finalizado, teve suas partes finalizadas reunidas pela gravadora em um pacote chamado Dead Can Dance 1981-1998.

Dead Can Dance voltou à ativa temporariamente em 2005 para a gravação de uma turnê pela Europa. Além dos 13 espetáculos gravados, foi lançada uma compilação entitulada Selections From Europe 2005.

A banda teve seu trabalho utilizado em algumas séries como The West Wing e CSI e em algums filmes, como The Mist e Vexille 2077.

Fãs de New Age e Ethereal não podem perder a oportunidade de conhecer Dead Can Dance. Recomendo o álbum Into The Labyrinth, que, na minha opinião, é o trabalho mais incrível de todos. Separei alguns vídeos, além de um link com diversas músicas no Last.fm. Para mais informações, acessem o site oficial da banda.

1 – The Carnival Is Over

2 – Yuulunga

3 – Rakim

Thrash Metal armado até os dentes

Postado em Resenhas em Junho 13, 2008 por Rafael Motta

Warbringer

Eles dizem ser “Combat Thrash”. E não é que faz sentido?!

Formada em 2004, a banda californiana de Thrash Metal Warbringer é muito bem citada em sites especializados em Heavy Metal e suas inúmeras vertentes. Composta pelos integrantes John Kevill (vocalista). John Laux e Adam Carroll (guitarristas), Ryab Bates (baterista) e Andy Laux (baixista), a banda lançou no mesmo ano uma demo com apenas quatro músicas. A qualidade ficou bem precária, pois a gravação é caseira.

No ano seguinte, foi lançada outra demo, entitulada Born Of The Ruins, desta vez com melhor qualidade. O número de cópias, no entanto, ficou limitado em 50 discos e o tempo total de execução é de pouco mais de 16 minutos.

Foi a partir de 2006 que Warbringer começou a ser reconhecido pelo cenário alternativo, com o lançamento do álbum One By One, The Wicked Fall. Faixas como Shoot To Kill e Road Warrior, bem como outras dos álbuns anteriores, definem com propriedade a mensagem que quer ser passada.

As composições são tão agressivas como os riffs (progressões de acordes) acelerados e a bateria alucinante, marcas principais do Thrash Metal. Suas músicas contam histórias sobre soldados que correm em direção à morte e as conseqüências sociais de tais atitudes.

War Without End é o último trabalho em estúdio do grupo, lançado em fevereiro deste ano. O produtor do disco é Bill Metoyer, que também trabalhou com bandas como Slayer, Dark Angel, Sacred Reich, Megadeth e muitas outras. Combat Shock é um dos maiores destaques do trabalho.

Algumas faixas estão disponíveis no endereço do MySpace da banda.

Confiram o clipe Combat Shock e divirtam-se!

Quando o outuno chorou

Postado em Resenhas em Junho 12, 2008 por Rafael Motta

Autumn Tears

O grupo de Darkwave Autumn Tears, criado em setembro de 1995, é um dos poucos do gênero que merece ser reconhecido. Erika Swinnich e Ted Tringo, criadores do conjunto, dedicaram-se à elaboração de composições focadas no lado lúgrube do espírito humano.

De acordo com uma entrevista realizada com a dupla, Erika declarou que “Autumn Tears é a realização do sonho de ambos de criar músicas que ilustrem o que há em nossos corações”.

Os arranjos sinfônicos, projetados com do uso de instrumentos clássicos, transmitem com propriedade seu trabalho conceitual. Emoções intensas são sentidas ao longo de melodias cadenceadas e suaves. Autumn Tears é claramente influenciado por grupos como Dead Can Dance, Enya, Anchorage etc, referências contemporâneas do New Age.

Em abril de 1996, Autumn Tears lançou seu primeiro álbum, Love Poems for Dying Children: Act I, pela Dark Symphonies, selo criado pelo grupo. No ano seguinte, foi lançado o segundo álbum, Love Poems for Dying Children: Act II: The Garden Of Crystalline Dreams, mais melancólico do que o primeiro. Após a conclusão do disco, Erika deixou o grupo, sendo substituída por Jennifer LeeAnna.

O primeiro álbum, com vendagem inicial de apenas 2 mil cópias, fez tanto sucesso que o grupo resolveu relançá-lo em 1998, com novo trabalho de capa. Todas as faixas foram remixadas e remasterizadas. Além disso, uma faixa-bônus, The Intermission, foi incluída no trabalho com o trabalho de voz de Jennifer.

Em 1999, Erika retornou ao grupo – desta vez para ficar. Em julho do mesmo ano, Autumn Tears lançou o mini-álbum Absolution, com participação nas composições de Claudia Lingstädt-Kukulka.

Encerrando a trilogia, em 2000, Autumn Tears lançou o disco Love Poems for Dying Children: Act III: Winter and the Broken Angel.

Em 2001, Erika mudou-se para o Texas, nos Estados Unidos, mas continuou a participar das gravações. Os integrantes do grupo acreditavam que Eclipse, um dos lançamentos mais esperados pelos fãs, seria o desfecho da carreira de Erika. O trabalho contou com os novos integrantes Terran Olson, Greg Bell e Laurie Ann Haus. Do ponto de vista técnico, Eclipse é tido como um dos trabalhos mais bem elaborados de Autumn Tears.

Em 2007, foi lançado seu último trabalho, The Hallowing, com vendagem inicial de apenas mil cópias. Devido à grande demanda do público, foi preciso disponibilizar mais discos.

O trabalho realmente é impressionante. Confiram algumas faixas do Autumn Tears nesta página do Last.fm. Mais informações através da página oficial da banda.

Círculo perfeito desenhado por mãos humanas

Postado em Resenhas em Junho 10, 2008 por Rafael Motta

A Perfect Circle

A Perfect Circle é uma das maiores bandas de Rock Alternativo norte-americanas da atualidade, formada pelo guitarrista Billy Howerdel. O músico já trabalhou como técnico de guitarra para bandas como Tool, The Smashing Pumpkins, Nine Inch Nails etc. Durante a gravação do álbum Ænima do Tool em 1996, Howerdel apresentou uma gravação a Maynard James, vocalista da banda. Maynard disse a Howerdel que, caso estivesse interessado em montar uma banda, estaria disposto a participar como vocalista.

Howerdel ficou relutante, pois Maynard já tinha seu lugar em uma banda organizada. Por conta disso, disse a Maynard que queria uma vocalista. A verdade é que Howerdel não queria que sua nova banda soasse como Tool. Como a banda de Maynard estava temporariamente paralisada devido a uma briga com a gravadora, logo juntou-se a Howerdel.

Danny Lohner, baixista do Nine Inch Nails, uniu-se ao grupo como guitarrista, o que garantiu a Howerdel trabalhar melhor as suas composições. Como Lohner não tinha tempo suficiente para se dedicar satisfatoriamente ao grupo, sugeriu que Troy Van Leeuwen, guitarrista do Failure, tomasse seu lugar. Durante os ensaios, o grupo pôde contar com Tim Alexander, baterista e ex-membro do Primus e integrante atual do Laundry, quando Josh Freese – que já esteve presente nas bandas Devo, Guns N’ Roses e Vandals – estava ausente.

O primeiro álbum oficial do grupo chama-se Mer de Noms, lançado em 2000 pela Virgin Records. Durante esse período, A Perfect Circle abriu diversos shows do Nine Inch Nails. Maynard escolheu uma peruca de fios castanhos e loiros com o objetivo de modificar sua postura nas apresentações de Tool e A Perfect Circle.

Ao contrário do que é presenciado em Tool, as composições são normalmente menos sombrias e mais melódicas. O bom uso das distorções constrói uma atmosfera única para cada música. A presença de músicos realmente competentes faz toda a diferença na hora da apresentação do trabalho final.

A banda, apesar de ser acusada de satanismo por alguns grupos conservadores, continuou a crescer, participando de programas de grande audiência. Em 2001, foram lançados os singles 3 Libras e The Hollow, sendo que o primeiro foi contemplado com um belíssimo videoclipe.

Terminadas as atividades, a banda ficou parada e seus integrantes seguiram caminhos diferentes. Em 2003, A Perfect Circle retornou aos estúdios para terminar músicas compostas por Howerdel. Paz Lenchantin, que era baixista da banda, saiu sem dar muitas explicações e hoje é integrante do grupo Zwan. Maynard e Howerdel recrutaram Jeordie White, também conhecido como Twiggy Ramirez, baixista e compositor do Marilyn Manson, o que levaria o álbum a ficar mais agressivo. Em meio às confusões, Van Leeuwen não mais pôde contribuir para o Perfect Circle, sendo substituíto pelo seu antecessor, Danny Lohner.

O segundo disco, Thirteenth Step, foi lançado no segundo semestre de 2003. Após o lançamento do álbum, o ex-guitarrista do Smashing Pumpkins, James Iha, é anunciado como novo guitarrista.

Em 2004, o grupo mostrou-se contra a reeleição do presidente norte-americano George W. Bush, lançando o álbum Emotive. A mensagem do trabalho é clara; a banda protestava contra o líder mais poderoso do planeta na forma de um disco inspirado em “guerra, paz e ganãncia”, de acordo com a definição dada pela própria banda. A Perfect Circle abandonou neste trabalho um pouco do peso encontrado nos demais e adicionou elementos eletrônicos, tornando a sonoridade mais macabra. Duas semanas após o lançamento do disco, A Perfect Circle lançou o DVD Emotive, que possui todos os clipes e depoimentos da banda, além de um disco com remixes de várias músicas.

A Perfect Circle participou da trilha sonora dos filmes Constantine (2005) e Prison Break (2006).

Separei alguns vídeos da banda para vocês. Confiram:

1 – The Outsider (Live)

2 – Magdalena (Live)

3 – 3 Libras

Mais informações sobre a banda através de sua página oficial.